Foi utilizada desde a alta Antiguidade pelo egípcio, planta chamada papiro que desta sai o material, irá ser colocado lado a lado formando uma camada sobre pondo cruzamento com a segunda que forma a folha, com um talo vegetal de ponta afilada utilizando com tinta pigmento dissolvido em goma vegetal passando a abasteces várias regiões da Ásia e Europa.
Já o pergaminho substancia fabricado com pele geralmente de carneiro curtida e polida para receber a escrita, os Faraós do Egito não viram está idéia com boa pretensão que poderia colocar em risco sua famosa biblioteca e proibiram a venda de papiro para Pérgamo , já os Êumenes viram-se obrigados a expandir sua biblioteca com pele de animal que seu reino acabou definitivamente dando o nome de pergaminho , se aprimorou ao máximo a preparação de couro, especificamente para a escrita. Pérgamo tornou-se a maior potencia da Ásia, menor riqueza crescente, progresso inclusive culturais por sua vez levando a necessidade de quantidades maiores de material pare a escrita. A Europa que já usava o papiro veio então a usar o pergaminho, embora mais caro lhe servisse durante muito tempo.
Os Chineses da a gloria da invenção do papel, próprio para a escrita que seria fabricada com casca de árvore cãnhamos e trapos. O primeiro papel da história foi comprovado pela descoberta em uma tumba em Shensi, um pedaço em século segundo antes de Cristo.
Tanto nas matérias-primas empregadas para a fabricação quanto nas finalidades de ambos o tecido e o papel tiveram ao longo do tempo finalidades iguais, escrevia-se e desenhava-se em tecido e mesmo depois do surgimento do papel ainda desenhava-se no tecido,foi obtido por um processo exclusivamente físico já o papel não foi obtido por um processo químico.
O papel não teve muita aceitação pelo mundo ainda quando tinha o pergaminho, muitos preferiam continuar com ele, já quando não existia mais veio asa roupas que também eram feitas com tecidos veio a desaparecer e tornar-se a ficar com o custo mais elevado e obrigaram a utilizar o papel que teve um custo menor.
COSTELLA, Antonio. Comunicação - do grito ao satélite: história dos meios de comunicação. 5.ed. Campos do Jordão: Mantiqueira, 2002.
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